Author - Carlos Marques

Direção da APHP com mandato para apresentar sugestões à ADSE

A 22 de outubro último, numa Assembleia Geral muito dinâmica e participada, os hospitais privados portugueses aprovaram, por unanimidade, o plano de atividades e orçamento da APHP para 2021 e debateram as propostas de alteração das regras que estão a ser suscitadas por subsistemas públicos de saúde, bem como os desafios atuais da hospitalização privada, que o presidente da direção enunciou e caracterizou: licenciamento hospitalar, ADSE, SIGIC, recursos humanos, dívidas e, claro, a sindemia, como alertou o diretor do […]

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Hospitais privados prontos para colaboração reforçada com o SNS

No momento em que o Presidente da República, depois de ouvir os principais atores do Sistema de Saúde, bem como todos os partidos com assento parlamentar, pondera o estado de Emergência, e independentemente dos recentes ardis que atentam contra a boa-fé e o trabalho desenvolvido pela hospitalização privada portuguesa, os hospitais privados, associados da APHP; reiteram o seu empenho na luta nacional contra a pandemia COVID-19. Mas, como a APHP tem alertado desde o início do ano, falhar o […]

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«Depois de concretizada a união política e económica, é lógico lutar-se por uma união da saúde»

Representante da hospitalização privada alemã, há mais de 15 anos, junto da União Europeia de Hospitalização Privada (UEHP), federação a que a APHP também pertence, Jens Wernick é um dos mais profundos conhecedores da evolução do dossier da Saúde no contexto europeu. Reconhece que a pandemia evidenciou a necessidade de a Europa ter mecanismos centralizados de saúde pública e que, apesar dos Estados serem soberanos na organização dos seus sistemas de saúde, é natural que os europeus comparem sistemas […]

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Totalmente disponíveis, hospitais privados aguardam proposta concreta do Ministério da Saúde

Os hospitais privados estão empenhados, desde a primeira hora, na luta nacional contra a pandemia COVID-19 e as suas consequências. Desde março que se procurou articular com o SNS e disponibilizaram-se mesmo cinco hospitais de primeira linha para a COVID sendo que o Ministério da Saúde entendeu que, até ao momento, o SNS era autossuficiente.

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