O que é a APHP?

A Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) é um organismo sem fins lucrativos, apolítico e secularizado, que representa desde 1974 os interesses e valores das unidades de saúde portuguesas de natureza privada. Defende a criação de um sistema de saúde que assuma características de pluralidade de prestação, competitividade, eficiência e liberdade de escolha da unidade de saúde. Ou seja, um Estado Garantia com a intervenção do mercado.
 
 
 

DESTAQUE

9000 colaboradores dos hospitais privados com salários aumentados

Mais de 9.000 colaboradores de 60 empresas do sector da hospitalização privada terão os salários aumentados a partir de 1 de Janeiro de 2018, na sequência da revisão do Contrato Colectivo de Trabalho (CCT) que a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) e a Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal (FESHAT) haviam rubricado em 2010 (Boletim do Trabalho e Emprego, 1ª Série, nº 15, de 22 de Abril).

 

Ler mais

Editorial


Dr. Óscar Gaspar

Um sistema de saúde mais forte

A hospitalização privada portuguesa está a dar passos para se afirmar (ainda) mais em termos institucionais e no âmbito do sistema português de saúde.

A APHP tem por objetivo trabalhar com os stakeholders do setor para se evoluir naquilo que é a agenda relevante para a hospitalização privada e para o sistema português de saúde.

 

Ler mais

Observatório

Cirurgião José Fragata defende modelo alternativo ao SNS

José Fragata, director do serviço de cirurgia cardiotorácica do Hospital de Santa Marta, defendeu, em entrevista à revista Tecno Hospital (edição de Julho/Agosto de 2017), a necessidade de criar, em Portugal, um modelo alternativo de gestão de saúde, centrado na integração plena dos sectores público e privado.
«O país precisa de um Sistema Nacional de Saúde, e o SNS precisa de um sistema com públicos e privados a funcionar de forma integrada, mas para isso era preciso vontade política», afirmou, explicando que os hospitais privados, são hospitais do país e que «o país não pode desperdiçar o número de camas que tem e não pode ignorar que 4 milhões de pessoas já se vão tratar ao privado».

ler mais