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Newsletter da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada
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09/2026
Hospitais Privados
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DESAFIOS NA SAÚDE
«Temos de deixar de olhar para a saúde como um centro de custo e encará-la como um motor de desenvolvimento económico e social».
Helena Freitas
O Jornal Económico | 24 de julho de 2026
«Os desafios são, assim, maiores do que esperado, mas têm de ter uma resposta. Precisamos de médicos (e demais profissionais de saúde) suficientes para responder às necessidades da população, para que o sistema de saúde seja sustentável e responda às legítimas necessidades das pessoas».
Oscar Gaspar
Jornal de Notícias | 30 de julho de 2026
«Gostaria que definitivamente assumíssemos a saúde como o maior ou um dos mais importantes motores do desenvolvimento económico e social do país. Devemos olhar a saúde no seu todo: não só os aspetos ligados à prestação dos cuidados, não só o SNS, mas todo o cluster nacional».
Joaquim Cunha
O Jornal Económico | 25 de agosto de 2026
«As organizações que investirem em liderança, digitalização, cultura organizacional e experiência do cliente estarão mais preparadas para crescer de forma sustentada e diferenciar-se num mercado cada vez mais competitivo.
Hoje, a vantagem competitiva já não depende apenas da qualidade clínica, mas também da capacidade de gerir melhor».
Ana Gonçalves
O Jornal Económico | 26 de agosto de 2026
SISTEMA DE SAÚDE
«A questão essencial é, afinal, muito simples. O SNS não se torna menos público porque mobiliza capacidade privada e social para cumprir a sua missão. O que tem de permanecer inequivocamente público é a responsabilidade de garantir que todos os cidadãos recebem os cuidados de que necessitam, em tempo útil, com qualidade e independentemente da sua condição económica ou do local onde vivem.
Na saúde, todos somos poucos. E um SNS forte não é aquele que prescinde de capacidade disponível: é aquele que sabe organizá-la, regulá-la, fiscalizá-la e colocá-la toda ao serviço dos portugueses».
Eduardo Moniz
Público | 1 de setembro de 2026
«Gostaria que [o Fórum Saúde XXI] deixasse, acima de tudo, uma cultura de diálogo e participação. Que tivesse contribuído para mostrar que podemos discutir temas difíceis sem transformar diferenças em trincheiras; que o setor público, o privado, o social, a academia e os cidadãos não têm de existir em mundos separados; e que os grandes problemas da sociedade exigem responsabilidade partilhada. Gostaria também que deixasse conhecimento, propostas e novas gerações de pessoas disponíveis para participar na construção das políticas de saúde».
Andrea Lima
Forbes | 4 de setembro de 2026
«72% dos portugueses estão preocupados com tempos de espera na saúde [Barómetro de Saúde da Médis]».
ECO | 17 de setembro de 2026
SEGURANÇA DO DOENTE
«A segurança do doente não pode depender da natureza jurídica do prestador, da tutela administrativa da unidade ou da capacidade de uma determinada entidade pública para adiar o cumprimento das regras que o próprio Estado aprovou. A mesma atividade, quando envolve riscos comparáveis, deve estar sujeita a garantias materialmente equivalentes».
Nuno Castro Marques
CNN Portugal | 17 de setembro de 2026
«A aceleração da disponibilização de um processo clínico integrado e interoperável, que permita aos médicos o acesso transversal à informação clínica relevante e à medicação atualizada do doente, independentemente do local onde este é observado, é uma dessas medidas que a Ordem dos Médicos defende como urgente».
Carlos Cortes
Netfarma | 17 de setembro de 2026
PPP’S
«O hospital que neste momento ainda funciona em PPP, o de Cascais, nunca ouvi dizer que os partos não se fazem ou que as mulheres eram mandadas não sei para onde… Porquê? Vamos tentar perceber porque é que aí as coisas correm de uma maneira mais pacífica».
Leonor Beleza
Jornal de Negócios | 22 de setembro de 2026
Associação Portuguesa de Hospitalização Privada
Av. Luís Bívar, 36 – 1º Esq. 1050-145 Lisboa
+ 351 213 538 415
«E é preciso lembrar quanto o sector privado alivia o SNS produzindo cerca de 1/3 do que o SNS produz e que sem ele a situação seria perfeitamente catastrófica».
António Alvim
Observador | 14 de setembro de 2026