Instituições privadas da Saúde e 70 associações de doentes assinam protocolo para melhorar acesso aos cuidados de saúde

Instituições privadas da Saúde e 70 associações de doentes assinam protocolo para melhorar acesso aos cuidados de saúde

Os membros do Conselho Estratégico Nacional da Saúde da CIP, a que a APHP pertence, e 70 Associações de Doentes assinaram, hoje, na Sede Nacional da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM), em Lisboa, um documento de entendimento que estabelece medidas para garantir e melhorar o acesso das pessoas com doença aos cuidados de Saúde.

O protocolo prevê a adoção de medidas que resultam de objetivos comuns: “promover a humanização dos cuidados de saúde e aproximar os cuidados de saúde dos cidadãos”; “criar interoperabilidade digital em prol da melhoria do acesso e otimização de recursos”; “promover a ligação e aprofundar a relação entre instituições de saúde e doentes”; “garantir a qualidade e segurança dos serviços de saúde”; e “contribuir para o cumprimento dos Tempos Máximos de Resposta Garantidos”.

O documento propõe 13 medidas de implementação imediata, consensualizadas entre as Associações de Doentes e as instituições privadas do setor da saúde, para a retoma urgente dos cuidados de saúde a estes cidadãos.

Entre as 13 medidas, destacam-se “a criação de um plano de recuperação específico” para o efetivo e urgente acesso aos Cuidados de Saúde Primários, “a criação de um Serviço de Apoio ao Doente” nas unidades de saúde de maior complexidade e dimensão, e a garantia de acompanhamento do doente através de um “auxílio especial a todos as pessoas que dele necessitem, nomeadamente pessoas idosas” e as que “apresentem limitação das funções físicas ou mentais”.

O protocolo define também pontos comuns em relação à necessidade de incentivar “a disponibilização de um contacto telefónico que assegure a triagem clínica” ao qual os doentes possam recorrer “em caso de agravamento da doença”, e determina que “os hospitais devem criar formas de comunicação de acesso digitais seguras do doente” que evitem “deslocações desnecessárias”.

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