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Presidente da República recebeu representantes da hospitalização privada

 

Presidente da República recebeu representantes da hospitalização privada

 

O presidente da União Europeia de Hospitalização Privada (UEHP), Dr. Paul Garassus, e o presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP), Óscar Gaspar, foram recebidos em audiência pelo Presidente da República, no dia 10 de Março de 2017.

Para além da apresentação de cumprimentos e felicitações pela celebração de um ano de mandato, houve a oportunidade de transmitir ao presidente Marcelo Rebelo de Sousa, quer a visão da hospitalização privada portuguesa e europeia, quer as dinâmicas de desenvolvimento do sector em Portugal e na Europa. Dez novos hospitais, €300 milhões de investimentos, 3000 postos de trabalho configuram a agenda da hospitalização privada portuguesa até 2020.

A audiência ocorreu num dia particularmente relevante para a hospitalização privada portuguesa, que acolhia, em Lisboa, os representantes de hospitais privados europeus de mais de 15 países, no âmbito da Assembleia-Geral da União Europeia de Hospitalização Privada (UEHP).

Preparar os alicerces do futuro

Assembleia Geral

Preparar os alicerces do futuro

 


A senhora dona Maria Eugénia Faria atenta a todos os pormenores das
III Jornadas de Hospitalização Privada que se realizaram em 2009.

 

No passado dia 12 de Janeiro, a APHP realizou, na sede da CIP, mais uma Assembleia Geral ordinária, que permitiu aprovar um novo regime de quotização, bem como um orçamento em harmonia com o plano de atividades para o exercício de 2017, que visa colocar a APHP na «primeira linha das discussões sobre política de saúde» e induzir «um reforço da coesão interna».

Antes das votações, porém, o presidente teve a oportunidade de esclarecer, ponto por ponto, os documentos submetidos à apreciação dos associados e previamente enviados para conhecimento e análise. Começou por reconhecer que a hospitalização privada «enfrenta diversos desafios», mas a confirmada excelência na prestação de cuidados, a flexibilidade de gestão, a capacidade e vontade de investir e a liberdade de escolha que concede ao cidadão «permitem-lhe encarar o futuro de forma sustentável e ser considerada, quer um parceiro efetivo do SNS, quer um pilar do Sistema de Saúde Português». Para o presidente da APHP, se até o Estado reconhece que, «fazemos mais com menos», que o hospital privado poupa 25% em relação ao público, não há razão para impedir o cidadão de fazer a sua escolha.

Após algumas explicações suscitados pelos associados, recordou ainda que a lei da obrigatoriedade de licenciamento de todas as unidades de saúde continua a ser cumprida apenas pelos hospitais privados, realizou um ponto da situação das negociações em curso com a ADSE e revelou a intenção de constituir, a curto prazo, uma Comissão Técnica, integrada por representantes dos associados, que dinamize as relações com os subsistemas públicos de saúde e pugne pelo estabelecimento de regras claras, justas e estáveis. O presidente da APHP terminou a sua intervenção com a solicitação de um voto de louvor, que mereceu unanimidade, à senhora dona Maria Eugénia Faria, colaboradora que se aposentará no final de Janeiro de 2017.

A Secretária-Geral, Dr.ª Ana Machado, teve também oportunidade de informar os associados sobre o diálogo mantido, nos últimos meses, quer com a FESHAT, quer com outras estruturas sindicais. 

Novos órgãos sociais

Novos órgãos sociais

A APHP tem novos órgãos sociais, eleitos por unanimidade, a 13 de outubro de 2016, em Assembleia-Geral participada por perto de 80% dos associados. A direção passa a ser presidida pelo economista Óscar Gaspar, que foi Secretário de Estado da Saúde do XVIII Governo Constitucional.

Carlos Alcântara (Casa de Saúde Senhor da Serra, Lda), João Novais (Hospital da Luz, SA), João Martins (Lusíadas, SA) e João Bacalhau (Hospital Particular do Algarve, SA) são os vogais que transitam da anterior direção. João Estevão (Hospital Privado da Trofa, SA) e Guilherme Magalhães (Hospital CUF Infante Santo, SA) são os novos membros cooptados. 

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