Uma resposta dinâmica centrada no paciente

Com a construção de mais de 20 hospitais privados na última década, a hospitalização privada portuguesa conheceu um crescimento exponencial e conquistou, por mérito próprio, o reconhecimento da população e dos parceiros dos mais diversos sectores.

O futuro da saúde em Portugal passará cada vez mais pela iniciativa privada, cuja rede é uma verdadeira alternativa ao sector público e se caracteriza hoje por uma assistência médica integral (equipas constituídas pelos melhores profissionais e em dedicação exclusiva, apoiadas por modernas tecnologias), serviços de saúde de elevada qualidade e diferenciação (com condições para o tratamento de casos clínicos complexos e que até há pouco tempo apenas o podiam ser no sector público) e cuidados de saúde numa perspectiva de integração/rede.

Os hospitais privados têm a preferência dos cidadãos, num contexto de grandes desafios económicos e financeiros, porque realizam uma gestão virtuosa e não uma gestão política da assistência médica; visam a inovação, incorporam sistematicamente tecnologia e apostam na formação continuada dos profissionais; têm uma visão moderna da medicina – personalizada, preditiva, preventiva e participada; colocam o paciente no centro da sua acção; e são os parceiros naturais dos seguros privados de saúde, que os cidadãos tendem a privilegiar como garantia de uma assistência regular que permita manter um estado geral de boa saúde.

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